Os veteranos escoceses do Heavy Pettin, ícones da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM), anunciam o retorno triunfal com o álbum "Rock Generation", previsto para 24 de outubro via Silver Lining Music. Após 36 anos sem material novo, o disco traz riffs clássicos e atitude rebelde, evocando a era de ouro para fãs de Iron Maiden e Saxon, com singles como a faixa-título já disponíveis e gerando nostalgia em plataformas como Apple Music e YouTube.
Formada em Glasgow nos anos 70, a banda explodiu nos 80 com álbuns como "Lettin' Loose" (1983), que os levou a turnês ao lado de Ozzy Osbourne e Mötley Crüe. Hiato forçado pela vida cotidiana não apagou seu legado; agora, liderados pelo vocalista Stephen "Hamie" Hayman, eles ressurgem com confiança suprema, misturando hard rock cru e heavy metal enérgico em 10 faixas que duram cerca de 40 minutos.
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Retorno Triunfal e Novos Horizontes
O single "Rock Generation", lançado em agosto com vídeo dirigido por Bernhard Kellerer, captura a essência escocesa de rock 'n' roll selvagem, com guitarras afiadas de Dave "Davo" Aitken e Richie "St. James" Dews, baixo pulsante de David "Boycee" Boyce e bateria trovejante de Mick "The Wizard" Ivory. O disco, primeiro estúdio desde "Big Bang" (1989), promete hinos como "Line In The Sand", liberado hoje, introspectivo e cheio de ganchos melódicos.
Para celebrar, Heavy Pettin embarca em turnê de 14 datas pela Europa, abrindo para Uriah Heep e April Wine em outubro e novembro, com paradas na Alemanha, Áustria, Suíça e Polônia – incluindo show em Lausanne no dia 23. Essa agenda reforça o compromisso com o ao vivo, onde a banda sempre brilhou como "whippersnappers" de Glasgow.
Críticos de sites como BraveWords e Sleaze Roxx elogiam o revival autêntico, destacando como "Rock Generation" soa fresco apesar da nostalgia, celebrando o rock para fãs globais. Hamie Hayman declara: "Heavy Pettin are back! É uma festa para todos os amantes do rock." Pre-orders já rolam, posicionando o álbum como must-have para colecionadores de NWOBHM.
Esse comeback não só revive o legado escocês, mas inspira a nova geração de metalheads a abraçarem raízes sem concessões, provando que o NWOBHM pulsa forte em 2025, com riffs que transcendem décadas e energizam palcos europeus.