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Adeus ao Coração do Nu-Metal: Sam Rivers, Baixista do Limp Bizkit, Morre aos 48 Anos

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Sam Rivers, baixista fundador do Limp Bizkit, falece aos 48. Nota de luto da banda e tributo de Fred Durst como "irmão eterno" emocionam o X, celebrando seu papel no nu-metal dos 90.

Hoje, 27 de outubro de 2025, o mundo do rock perdeu Sam Rivers, baixista e membro fundador do Limp Bizkit, aos 48 anos. Essencial na explosão do nu-metal nos anos 90, Rivers deixou um legado de riffs pesados e grooves hipnóticos em hits como "Break Stuff" e "Nookie". A banda emitiu uma nota de luto emocionante, chamando-o de "magia pura", enquanto o X explode com tributos de fãs e artistas, incluindo Fred Durst, que o descreveu como "irmão eterno".

Rivers, nascido em Jacksonville, Flórida, em 1977, co-fundou o Limp Bizkit em 1994 ao lado de Durst e John Otto. Sua linha de baixo deu o pulso à fusão de rap, metal e punk que vendeu mais de 40 milhões de álbuns, dominando as paradas com Significant Other (1999) e Chocolate Starfish (2000). Após uma pausa em 2015 por problemas de saúde, incluindo um transplante de fígado, ele retornou em 2018, participando do álbum Still Sucks (2021) e shows recentes como no Reading Festival.

Adeus ao Coração do Nu-Metal: Sam Rivers, Baixista do Limp Bizkit, Morre aos 48 Anos

Achim Raschka, via Wikimedia Commons.

Tributos que Ecoam o Legado Eterno

A nota oficial do Limp Bizkit, postada no Instagram e replicada no X, diz: "Sam não era só nosso baixista – ele era o pulso de cada música, a calma no caos, a alma no som. Hoje perdemos nosso irmão". Fãs lotam as redes com covers de "Rollin'" e memórias de mosh pits nos anos 2000, elevando #SamRivers ao topo dos trends globais. A Variety relata que o anúncio, feito no dia 18, gerou milhões de interações, misturando luto e celebração do impacto cultural do nu-metal.

Fred Durst, em vídeo emocionante no X, luta contra as lágrimas: "É trágico que ele não esteja aqui agora. Chorei galões desde ontem, mas Sam é uma lenda, meu irmão eterno". O tributo viralizou, com 2 milhões de views em horas, inspirando artistas como Wes Borland, guitarrista da banda, a postar riffs dedicados. Durst destacou a amizade forjada no Chick-fil-A, onde se conheceram, e o papel de Rivers em manter a coesão durante saídas e retornos de membros.

O legado de Rivers vai além do Limp Bizkit: ele produziu faixas para bandas emergentes e influenciou o groove em atos como Linkin Park e P.O.D. Rumores de câncer, sugeridos por sua camisa "Fuck Cancer" em shows recentes, circulam, mas a causa da morte não foi divulgada. O Guitar World o elogia como o "primeiro riff que veio à mente", creditando-o por hits instantâneos em soundchecks. Fãs planejam vigílias em Jacksonville, seu berço musical.

Com a turnê latino-americana marcada para novembro, incluindo México e Brasil, o Limp Bizkit prometeu homenagens nos palcos, convidando Yungblud e 311 para sets especiais. O falecimento de Rivers fecha um capítulo doloroso do nu-metal, mas reforça sua resiliência. Como Durst disse: "Ele nos ensinou a tocar com o coração". Descanse em paz, Sam – seus baixos ecoarão para sempre.